DR. DANIEL MARTINEZ - Psiquiatria Rua Sabará, 566 - - Conj. 101 - Condomínio Centro Sabará - Higienópolis, São Paulo/AC
Segmentos
Sobre a Empresa
Meu nome é Daniel Martinez, sou médico psiquiatra. Resolvi fazer psiquiatria, pois acredito que tratar a saúde mental é contribuir com a melhora da qualidade de vida das pessoas. Preconizo consultas longas (1h de duração) que me permitem entender com profundidade o paciente para realizar um diagnóstico e prezo por oferecer um tratamento de excelência aos meus pacientes.
Psicologia e psiquiatria positiva - A psicologia positiva é um campo de estudo que cada vez mais ganha força e mostra seus inúmeros benefícios para quem a prática. A ideia é que ela seja uma ferramenta para poder identificar seus pontos mais fortes e aprender a usá-los. Assim, em vez de priorizar a identificação de transtornos, dificuldades e problemas, o segmento se volta para a manutenção e reforço do bem-estar do paciente. Tem a ver com aquilo que escolhemos priorizar por nós mesmos.
É necessário estar disposto a se desprender de hábitos que prejudicam a qualidade de vida e gradualmente exercitar mecanismos de resiliência.
Pesquisas científicas relacionam o bem-estar mental à prevenção de doenças, já que estados emocionais negativos podem colaborar para o desenvolvimento ou agravo de patologias. Além de auxiliar na busca de sentido e propósito da vida, a Psicologia e Psiquiatria Positiva tem a ver com a felicidade em três aspectos: emoção positiva, engajamento e sentido.
Ansiedade - A ansiedade é uma resposta do corpo vinda do sistema nervoso que age como um reflexo. É uma emoção normal que surge no enfrentamento de situações estressantes ou inesperadas, sendo um sentimento muito próximo do medo de que as coisas não saiam como planejado ou imaginado. Logo, percebe-se que ansiedade é comum e necessária para a evolução e sobrevivência, mas o que não deve ocorrer é a potencialização dos sintomas, pois tal fato influencia em sua rotina, atrapalhando a condução das atividades diárias.
Há casos que os sintomas físicos são tão intensos que podem ser confundidos com doenças cardiovasculares devido à taquicardia associado a tontura e dor física. Dessa forma, diversas pessoas acabam sendo hospitalizadas ou medicadas de forma equivocada durante as crises.
Por isso é importante compreender quais são os sinais e sintomas e buscar ajuda de profissional especializado para avaliação.
Tais sintomas são: Sintomas psicológicos: sensação de que algo ruim acontecerá, pensamentos descontrolados, preocupação exagerada em comparação com a realidade e inquietude dos braços e pernas;
Sintomas físicos: dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração, respiração ofegante ou falta de ar, tremores nas mãos ou outras partes do corpo, sensação de fraqueza ou fadiga e boca seca e,
Crises de ansiedade: reação comum aos transtornos de ansiedade e suas principais características são a irritabilidade, angústia, sensação de morte, aumento da frequência cardíaca e respiração, além de tonturas e vertigens.
Mas existem diversas categorias de distúrbios de ansiedade. As mais comuns são: Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): ocorre quando a ansiedade persiste por longos períodos e passa a interferir no desempenho cotidiano.
Síndrome do pânico: ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo sem motivo aparente ou sinais de perigo iminente.
Fobia social: caracterizado por um grande desconforto e pavor com situações sociais como ambientes novos, desconhecidos e cheios de pessoas estranhas, encontros sociais, falar em público, entre outros.
Transtorno obsessivo compulsivo (TOC): Suas principais características são a presença de crises recorrentes de pensamentos obsessivos, intrusivos e em alguns casos comportamentos compulsivos e repetitivos.
Transtorno de estresse pós-traumático: caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais.
A grande parte dos pacientes diagnosticados com ansiedade começam a melhorar e realizar a retomada de atividades depois de algumas semanas de tratamento. Devido a isso, é fundamental procurar ajuda especializada. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, com tratamento eficaz e acompanhamento são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos na qualidade de vida.
Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) - Trata-se de uma patologia que apresenta alterações na região frontal e suas conexões com o resto do cérebro responsáveis pela memória, atenção, autocontrole, organização e planejamento, onde se observa as principais características desse transtorno: falta de atenção, agitação e impulsividade.
Em geral, o TDAH começa na infância e pode persistir na vida adulta, mas pela falta de informação ou cuidado com a saúde mental, muitos adultos apresentam características e convivem com as dificuldades do transtorno sem nem cogitar tê-lo, porém os sintomas se tornam ainda mais evidentes quando a pessoa é introduzida em um novo ambiente de interação e raciocínio, e é a partir daí que as dificuldades se tornam mais evidentes.
Por isso, acompanhe abaixo algumas das principais sintomas que envolvem o TDAH: Dificuldade em prestar atenção; Não segue instruções; Tem dificuldade em terminar tarefas cotidianas; É desorganizado; Se distrai facilmente por estímulos externos; Tem dificuldade em focar em palestras ou explicações; Fala mais que o necessário; Responde perguntas antes de serem completadas; Muitos desconhecem, mas existem 3 tipos de TDAH, mas cada um com um padrão de sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade ou uma combinação dessas duas características. Por isso, veja a seguir sobre as características e sintomas de cada um dos tipos:
TDAH tipo desatento: O indivíduo possui dificuldade para manter-se focado e concentrado durante muito tempo em algo específico e pode apresentar sonolência em alguns momentos. Além disso, são facilmente distraídos por qualquer estímulo externo, erram muito por desatenção, sempre procuram evitar atividades que exigem um grande esforço mental. Também é muito comum serem desorganizados com a gestão do tempo ou organização de objetos, muitas vezes esquecem o que iam falar e não ouvem quando o chamam, podendo ser considerados desinteressados ou egoístas devido a isso.
TDAH tipo hiperativo/impulsivo: A agitação, hiperatividade, impulsividade são os traços mais marcantes. A pessoa hiperativa tende a incomodar o ambiente ao redor com busca constante por estimulação, estando sempre inquietos. Impulsividade e dificuldade em pensar antes de agir pode igualmente trazer consequências negativas, tanto para crianças quanto para adultos. Além disso, possuem dificuldade em se expressar e em alguns momentos considerados imaturos. Geralmente têm tendência a vícios: jogos, álcool, drogas e outros.
TDAH tipo combinado: A identificação desse tipo de TDAH é um pouco mais difícil já que é necessário que a pessoa apresente uma combinação dos outros dois tipos anteriores, apresentando sintomas de desatenção e hiperatividade com tendência a distração, agitação e impulsividade. A manifestação plena dos sintomas varia com a idade, mas em todos os casos, é necessário entender se esses sintomas estão interferindo no funcionamento social, acadêmico ou profissional da pessoa.
Os tipos comentados anteriormente podem se apresentar em 3 graus diferentes: sendo o leve, com poucos sintomas; o moderado com os sintomas e alguns prejuízos de graus leve e grave presentes e o grave, onde há muita expressão dos sintomas com grande prejuízo funcional, social, acadêmico e profissional.
Já o diagnóstico do TDAH é feito quando a criança apresenta mais de seis dos sintomas apresentados e em adolescentes ou adultos, cinco, pelo período de mais de seis meses. Além disso, o diagnóstico é feito com extrema cautela para entender o que é de fato o TDAH e não outros transtornos, como bipolaridade, personalidade e até o autismo ou a dislexia que, muitas vezes, possuem sintomas semelhantes.
Apesar de não ter cura, o TDAH pode ter os seus sintomas reduzidos naturalmente no período da adolescência e idade adulta, mas muitos ainda continuam apresentando os sintomas durante toda a vida. Por isso, é necessário entender as necessidades de cada caso para um tratamento adequado e eficaz.
Realizar acompanhamento psicoterápico em conjunto com o psiquiatra é benéfico e de extrema importância para o controle dos sintomas.
Canabidiol - Popularmente conhecida como “maconha medicinal” ou CBD, o Canabidiol é uma substância extraída da planta Cannabis, que atua no sistema nervoso central, e apresenta potencial terapêutico para o tratamento de doenças psiquiátricas ou neurodegenerativas. Seu uso é controlado e prescrito por médicos.
Sua utilização é bastante segura pela ausência de efeitos psicoativos e na cognição, assim como apresenta boa tolerabilidade e segurança. Na psiquiatria e em outras especialidades o CBD tem sido muito promissor pelos efeitos antipsicóticos e ansiolíticos. Além disso, também possui benefícios e propriedades farmacológicas, como ação analgésica e imunossupressora, ação no tratamento de AVC, diabetes, náuseas, câncer e efeitos sobre os distúrbios de ansiedade, do sono e do movimento, o que a torna uma substância com um grande potencial terapêutico.
No entanto, é importante que exista uma avaliação para o uso e um acompanhamento médico, já que estes remédios são indicados nos casos em que outras formas de tratamento não estão demonstrando o resultado esperado e a sua venda é feita com apresentação de receita médica de controle especial.
Insônia - Corpo cansado, mente agitada e começar o dia cansado. Se essas situações de privação de sono, falta de relaxamento, mente acelerada e agitação são constantes no seu cotidiano pode indicar a existência de algum distúrbio do sono, como a insônia, por exemplo.
Gestante - A gestação é um período de mudanças físicas, emocionais e sociais na mulher. Essas alterações hormonais favorecem o surgimento ou agravamento de quadros psiquiátricos, principalmente transtornos depressivos e ansiosos. E apesar da importância inegável do momento, são poucas as mulheres realmente preparadas para esta fase de suas vidas, em que ocorrem tantas transformações, requerendo uma estrutura psicológica que nem todas possuem.
O fato de haver mudanças significativas, somado ao despreparo para a realidade e a oscilações hormonais, pode levar as gestantes a complicações na saúde mental. Os gatilhos são muitos, podendo ser físicos ou psicológicos, e quando não tratados da forma adequada, evoluem para transtornos mentais.
Outro fator a ser considerado é: se a mulher já tem algum diagnóstico de doença mental, deve consultar o especialista para avaliar qual tratamento será mais adequado. Há medicamentos eficientes que podem ser usados por gestantes, desde que prescritos por profissionais experientes e acompanhem o caso de perto, avaliando riscos e benefícios para mãe e bebê.
O tratamento psiquiátrico em mulheres grávidas ou que estão planejando, requer avaliação cuidadosa. Mulheres que já estão em tratamento devem planejar a gravidez com seu psiquiatra e obstetra. Em casos específicos, apenas a psicoterapia deve ser considerada como uma opção de tratamento.
A insônia é um distúrbio que prejudica a capacidade de um indivíduo adormecer ou permanecer dormindo durante toda a noite, comprometendo sua rotina, já que inicia o dia cansado, ocorrendo alteração de humor e falta de energia, além de ter o desempenho no trabalho, relacionamentos ou nos estudos, prejudicado.
Pode também ser considerado um distúrbio secundário, associado a alguma patologia ou uso indevido de medicação, entretanto as causas mais comuns incluem estresse, ansiedade, depressão, mudança no ambiente ou horário de trabalho, maus hábitos de sono, dormir em ambientes inapropriados ou desconfortáveis, uso de medicações, alimentação não saudável, idade ou sedentarismo.
Ocasionalmente, diversas pessoas podem apresentar um quadro de insônia, porém o risco é maior em pessoas do sexo feminino, grávidas, idosos, portadores de transtorno mental ou pessoas sob grande carga de estresse. Muitas vezes, uma pessoa com insônia pode levar cerca de 30 minutos ou mais para adormecer.
Caso tenha insônia, procure um especialista para determinar o que pode ser a causa do problema e saber como pode ser tratado. Na consulta será analisado seu padrão de sono e sonolência diurna, associado ao exame físico para avaliar outras causas que podem estar agregadas.
Depressão: A depressão é uma doença que atinge o organismo na totalidade. A forma de ver e sentir a realidade são alteradas, modificando as emoções, a disposição, a alimentação, sono, até mesmo como o indivíduo se sente em relação a si mesmo.
Muitas vezes confundida com ansiedade ou tristeza, a depressão é uma doença psiquiátrica que atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença.
Os sintomas emocionais da depressão envolvem apatia, falta de motivação, dificuldade de concentração, perda ou aumento de apetite, pessimismo, indecisão e insegurança, insônia, sensação de vazio, raciocínio mais lento, irritabilidade, falta de memória, ansiedade, pensamentos suicidas e falta de vontade de fazer atividades antes prazerosas.
É dividida em três estágios: leve, moderado e grave. O nível leve pode ser controlada sem medicamentos, tratada com terapia e exercícios físicos, por exemplo. Já os níveis moderado e grave têm o auxílio de medicamentos para amenizar os sintomas da depressão, além da terapia e outras opções para melhorar a qualidade de vida do paciente. Vale lembrar que cada caso é difere do outro e o tratamento é sempre individualizado.
Os principais fatores que podem desencadear a depressão estão relacionados a sofrer abuso físico, sexual ou emocional, problemas pessoais, doenças graves, conflitos pessoais ou disputas com membros da família e amigos, bullying, pertencer a minorias, morte ou perda, eventos impactantes, abusos de substâncias e genética são características que podem aumentar as chances de desenvolver a doença.
Se não tratada efetivamente, a depressão pode progredir para algo mais grave. Por isso, busque ajuda de um profissional especializado para realizar uma avaliação para entender as causas da depressão e como tratá-la. O diagnóstico é feito com base nos sintomas, saúde emocional e física, e uma análise do histórico de vida e familiar.
Compulsão alimentar e fome emocional - Compulsão alimentar e fome emocional podem soar semelhantes, mas são patologias diferentes, mesmo que ambas estejam relacionadas com problemas psicológicos e emocionais.
Compulsão alimentar é uma doença mental onde há necessidade de comer durante todo tempo, mesmo não sentindo fome, fazendo assim com que a pessoa coma em excesso e em pouco tempo já que não há controle do que e do quanto come.
Geralmente, as causas da compulsão alimentar tem relação com dietas rigorosas, estresse, problemas com a própria imagem, problemas emocionais graves, traumas do passado ou conforto emocional.
Já os principais sintomas na compulsão alimentar são comer rápido e em excesso, introversão, comer escondido e sem ter fome, sentir culpa ou tristeza após comer e/ou apresentar problemas afetivos e outros vícios.
O tratamento para compulsão alimentar é multidisciplinar, envolve psiquiatras, nutricionistas, psicologias e outros profissionais, se necessário. Primeiro é preciso trabalhar em conjunto a mente e o corpo para haver resultados positivos ao decorrer do tratamento, fazendo assim de extrema importância o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com os demais profissionais da saúde.
Além de uma reeducação alimentar, também pode ser necessária a prescrição de alguns medicamentos e a introdução da prática de atividades físicas gradualmente. É sempre importante pontuar que a compulsão alimentar é um problema sério que necessita de tratamento já que pode desencadear doenças graves como obesidade, diabetes, hipertensão e gastrite, dentre outros.
Já a fome emocional é o famoso “comer suas emoções”, é uma fuga para aliviar determinadas emoções do cotidiano como tristeza, frustração, angústia, tédio e ansiedade. Tem como causa diversos fatores emocionais que funcionam como um gatilho para a pessoa se alimentar, ainda que não haja fome.
Diferentemente da fome física, a fome emocional é caracterizada por comer para aliviar estresse ou sentimentos ruins, comer como comemoração ou recompensa, descontrole, fome repentina diante de alguma situação difícil, sentir prazer ou alívio no momento de comer e sentir culpa e arrependimento após comer.
É importante discernir o que é fome física de fome emocional. Na fome física, o corpo indica que devemos comer por sinais, como o ronco do estômago, dores de cabeça e fraqueza, já na fome emocional, não temos sinais físicos, mas sim desejos, vontades e ansiedade de comer, mesmo sem ter fome e/ou ter passado um período muito curto desde a última refeição.
Como dito anteriormente, a fome emocional difere de compulsão alimentar, no entanto, ela pode ser um gatilho para tornar-se um transtorno compulsivo. Em determinadas situações, comer por emoção ou em excesso é normal, mas quando ultrapassa o limite e passa a ser constante e incontrolável, trata-se de um problema de saúde mental e física.
A compulsão alimentar é uma consequência da fome emocional não tratada e que se continuar sem tratamento adequado pode desencadear transtornos graves como a bulimia que é quando se ingere alimentos de forma compulsiva e depois provoca o vômito ou até a anorexia caracterizada por jejuns prolongados e a prática de atividades física de modo exagerado.
Ambas compulsões são causadas por fatores emocionais, por isso é tão fundamental tomar consciência e buscar ajuda profissional no combate aos transtornos alimentares. Uma ação multidisciplinar que envolve médicos, psicoterapeutas e nutricionistas é fundamental para resgatar o equilíbrio, tanto da saúde física como da saúde emocional.
Medicina do estilo de vida: No passado a medicina apresentava um único foco: a doença. Atualmente, essa visão já difere, pois, busca conhecimentos que facilitam o tratamento proposto com meios de promover saúde e diminuir os fatores de risco para evitar doenças.
Diante de tais evidências, há uma área em destaque na atualidade chamada Medicina do Estilo de Vida (MEV). Arquitetada em Harvard e repassada a outras grandes instituições, a MEV é ensinada há quase duas décadas e consiste em uma abordagem que associa a saúde mental e física com intuito de promover hábitos saudáveis como incentivo para melhora da qualidade de vida.
Através da reeducação para seguir hábitos mais saudáveis, a MEV busca minimizar os problemas causados pelos maus costumes. Essas mudanças proporcionadas pela Medicina do Estilo de Vida impactam em seis pilares fundamentais para uma vida saudável. São eles:
Alimentação: Uma dieta saudável que prioriza alimentos de origem vegetal, naturais e integrais aliados com a diminuição do consumo de carne e alimentos industrializados e ultraprocessados, podendo tornar-se o tratamento e a prevenção de uma grande variedade de doenças.
Atividade física: A prática de atividades físicas introduzidas de forma saudável e em ritmo adequado para prevenção e tratamento de doenças.
Controle do estresse: o estresse gera tanto problemas físicos quanto mentais. Por isso, encontrar maneiras de manejá-lo é fundamental para manutenção do bem-estar.
Higiene do sono: estimular o sono saudável, identificando e tratando o que prejudica a qualidade do sono é fundamental para manter a concentração, memória, o humor e evitar disfunções imunológicas que geram outras doenças.
Controle do uso de substâncias (álcool e/ou drogas): diminuir o consumo dessas substâncias é fundamental para quem busca uma vida mais saudável, já que são responsáveis por diversas doenças cardiorrespiratórias.
Manter relacionamentos e contatos sociais: criar e manter conexões sociais é fundamental para a mente e, consequentemente, o físico.
Psicologia e psiquiatria positiva - A psicologia positiva é um campo de estudo que cada vez mais ganha força e mostra seus inúmeros benefícios para quem a prática. A ideia é que ela seja uma ferramenta para poder identificar seus pontos mais fortes e aprender a usá-los. Assim, em vez de priorizar a identificação de transtornos, dificuldades e problemas, o segmento se volta para a manutenção e reforço do bem-estar do paciente. Tem a ver com aquilo que escolhemos priorizar por nós mesmos.
É necessário estar disposto a se desprender de hábitos que prejudicam a qualidade de vida e gradualmente exercitar mecanismos de resiliência.
Pesquisas científicas relacionam o bem-estar mental à prevenção de doenças, já que estados emocionais negativos podem colaborar para o desenvolvimento ou agravo de patologias. Além de auxiliar na busca de sentido e propósito da vida, a Psicologia e Psiquiatria Positiva tem a ver com a felicidade em três aspectos: emoção positiva, engajamento e sentido.
Ansiedade - A ansiedade é uma resposta do corpo vinda do sistema nervoso que age como um reflexo. É uma emoção normal que surge no enfrentamento de situações estressantes ou inesperadas, sendo um sentimento muito próximo do medo de que as coisas não saiam como planejado ou imaginado. Logo, percebe-se que ansiedade é comum e necessária para a evolução e sobrevivência, mas o que não deve ocorrer é a potencialização dos sintomas, pois tal fato influencia em sua rotina, atrapalhando a condução das atividades diárias.
Há casos que os sintomas físicos são tão intensos que podem ser confundidos com doenças cardiovasculares devido à taquicardia associado a tontura e dor física. Dessa forma, diversas pessoas acabam sendo hospitalizadas ou medicadas de forma equivocada durante as crises.
Por isso é importante compreender quais são os sinais e sintomas e buscar ajuda de profissional especializado para avaliação.
Tais sintomas são: Sintomas psicológicos: sensação de que algo ruim acontecerá, pensamentos descontrolados, preocupação exagerada em comparação com a realidade e inquietude dos braços e pernas;
Sintomas físicos: dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração, respiração ofegante ou falta de ar, tremores nas mãos ou outras partes do corpo, sensação de fraqueza ou fadiga e boca seca e,
Crises de ansiedade: reação comum aos transtornos de ansiedade e suas principais características são a irritabilidade, angústia, sensação de morte, aumento da frequência cardíaca e respiração, além de tonturas e vertigens.
Mas existem diversas categorias de distúrbios de ansiedade. As mais comuns são: Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): ocorre quando a ansiedade persiste por longos períodos e passa a interferir no desempenho cotidiano.
Síndrome do pânico: ocorrem crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo sem motivo aparente ou sinais de perigo iminente.
Fobia social: caracterizado por um grande desconforto e pavor com situações sociais como ambientes novos, desconhecidos e cheios de pessoas estranhas, encontros sociais, falar em público, entre outros.
Transtorno obsessivo compulsivo (TOC): Suas principais características são a presença de crises recorrentes de pensamentos obsessivos, intrusivos e em alguns casos comportamentos compulsivos e repetitivos.
Transtorno de estresse pós-traumático: caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais.
A grande parte dos pacientes diagnosticados com ansiedade começam a melhorar e realizar a retomada de atividades depois de algumas semanas de tratamento. Devido a isso, é fundamental procurar ajuda especializada. O diagnóstico precoce e preciso da ansiedade, com tratamento eficaz e acompanhamento são imprescindíveis para obter melhores resultados e menores prejuízos na qualidade de vida.
Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) - Trata-se de uma patologia que apresenta alterações na região frontal e suas conexões com o resto do cérebro responsáveis pela memória, atenção, autocontrole, organização e planejamento, onde se observa as principais características desse transtorno: falta de atenção, agitação e impulsividade.
Em geral, o TDAH começa na infância e pode persistir na vida adulta, mas pela falta de informação ou cuidado com a saúde mental, muitos adultos apresentam características e convivem com as dificuldades do transtorno sem nem cogitar tê-lo, porém os sintomas se tornam ainda mais evidentes quando a pessoa é introduzida em um novo ambiente de interação e raciocínio, e é a partir daí que as dificuldades se tornam mais evidentes.
Por isso, acompanhe abaixo algumas das principais sintomas que envolvem o TDAH: Dificuldade em prestar atenção; Não segue instruções; Tem dificuldade em terminar tarefas cotidianas; É desorganizado; Se distrai facilmente por estímulos externos; Tem dificuldade em focar em palestras ou explicações; Fala mais que o necessário; Responde perguntas antes de serem completadas; Muitos desconhecem, mas existem 3 tipos de TDAH, mas cada um com um padrão de sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade ou uma combinação dessas duas características. Por isso, veja a seguir sobre as características e sintomas de cada um dos tipos:
TDAH tipo desatento: O indivíduo possui dificuldade para manter-se focado e concentrado durante muito tempo em algo específico e pode apresentar sonolência em alguns momentos. Além disso, são facilmente distraídos por qualquer estímulo externo, erram muito por desatenção, sempre procuram evitar atividades que exigem um grande esforço mental. Também é muito comum serem desorganizados com a gestão do tempo ou organização de objetos, muitas vezes esquecem o que iam falar e não ouvem quando o chamam, podendo ser considerados desinteressados ou egoístas devido a isso.
TDAH tipo hiperativo/impulsivo: A agitação, hiperatividade, impulsividade são os traços mais marcantes. A pessoa hiperativa tende a incomodar o ambiente ao redor com busca constante por estimulação, estando sempre inquietos. Impulsividade e dificuldade em pensar antes de agir pode igualmente trazer consequências negativas, tanto para crianças quanto para adultos. Além disso, possuem dificuldade em se expressar e em alguns momentos considerados imaturos. Geralmente têm tendência a vícios: jogos, álcool, drogas e outros.
TDAH tipo combinado: A identificação desse tipo de TDAH é um pouco mais difícil já que é necessário que a pessoa apresente uma combinação dos outros dois tipos anteriores, apresentando sintomas de desatenção e hiperatividade com tendência a distração, agitação e impulsividade. A manifestação plena dos sintomas varia com a idade, mas em todos os casos, é necessário entender se esses sintomas estão interferindo no funcionamento social, acadêmico ou profissional da pessoa.
Os tipos comentados anteriormente podem se apresentar em 3 graus diferentes: sendo o leve, com poucos sintomas; o moderado com os sintomas e alguns prejuízos de graus leve e grave presentes e o grave, onde há muita expressão dos sintomas com grande prejuízo funcional, social, acadêmico e profissional.
Já o diagnóstico do TDAH é feito quando a criança apresenta mais de seis dos sintomas apresentados e em adolescentes ou adultos, cinco, pelo período de mais de seis meses. Além disso, o diagnóstico é feito com extrema cautela para entender o que é de fato o TDAH e não outros transtornos, como bipolaridade, personalidade e até o autismo ou a dislexia que, muitas vezes, possuem sintomas semelhantes.
Apesar de não ter cura, o TDAH pode ter os seus sintomas reduzidos naturalmente no período da adolescência e idade adulta, mas muitos ainda continuam apresentando os sintomas durante toda a vida. Por isso, é necessário entender as necessidades de cada caso para um tratamento adequado e eficaz.
Realizar acompanhamento psicoterápico em conjunto com o psiquiatra é benéfico e de extrema importância para o controle dos sintomas.
Canabidiol - Popularmente conhecida como “maconha medicinal” ou CBD, o Canabidiol é uma substância extraída da planta Cannabis, que atua no sistema nervoso central, e apresenta potencial terapêutico para o tratamento de doenças psiquiátricas ou neurodegenerativas. Seu uso é controlado e prescrito por médicos.
Sua utilização é bastante segura pela ausência de efeitos psicoativos e na cognição, assim como apresenta boa tolerabilidade e segurança. Na psiquiatria e em outras especialidades o CBD tem sido muito promissor pelos efeitos antipsicóticos e ansiolíticos. Além disso, também possui benefícios e propriedades farmacológicas, como ação analgésica e imunossupressora, ação no tratamento de AVC, diabetes, náuseas, câncer e efeitos sobre os distúrbios de ansiedade, do sono e do movimento, o que a torna uma substância com um grande potencial terapêutico.
No entanto, é importante que exista uma avaliação para o uso e um acompanhamento médico, já que estes remédios são indicados nos casos em que outras formas de tratamento não estão demonstrando o resultado esperado e a sua venda é feita com apresentação de receita médica de controle especial.
Insônia - Corpo cansado, mente agitada e começar o dia cansado. Se essas situações de privação de sono, falta de relaxamento, mente acelerada e agitação são constantes no seu cotidiano pode indicar a existência de algum distúrbio do sono, como a insônia, por exemplo.
Gestante - A gestação é um período de mudanças físicas, emocionais e sociais na mulher. Essas alterações hormonais favorecem o surgimento ou agravamento de quadros psiquiátricos, principalmente transtornos depressivos e ansiosos. E apesar da importância inegável do momento, são poucas as mulheres realmente preparadas para esta fase de suas vidas, em que ocorrem tantas transformações, requerendo uma estrutura psicológica que nem todas possuem.
O fato de haver mudanças significativas, somado ao despreparo para a realidade e a oscilações hormonais, pode levar as gestantes a complicações na saúde mental. Os gatilhos são muitos, podendo ser físicos ou psicológicos, e quando não tratados da forma adequada, evoluem para transtornos mentais.
Outro fator a ser considerado é: se a mulher já tem algum diagnóstico de doença mental, deve consultar o especialista para avaliar qual tratamento será mais adequado. Há medicamentos eficientes que podem ser usados por gestantes, desde que prescritos por profissionais experientes e acompanhem o caso de perto, avaliando riscos e benefícios para mãe e bebê.
O tratamento psiquiátrico em mulheres grávidas ou que estão planejando, requer avaliação cuidadosa. Mulheres que já estão em tratamento devem planejar a gravidez com seu psiquiatra e obstetra. Em casos específicos, apenas a psicoterapia deve ser considerada como uma opção de tratamento.
A insônia é um distúrbio que prejudica a capacidade de um indivíduo adormecer ou permanecer dormindo durante toda a noite, comprometendo sua rotina, já que inicia o dia cansado, ocorrendo alteração de humor e falta de energia, além de ter o desempenho no trabalho, relacionamentos ou nos estudos, prejudicado.
Pode também ser considerado um distúrbio secundário, associado a alguma patologia ou uso indevido de medicação, entretanto as causas mais comuns incluem estresse, ansiedade, depressão, mudança no ambiente ou horário de trabalho, maus hábitos de sono, dormir em ambientes inapropriados ou desconfortáveis, uso de medicações, alimentação não saudável, idade ou sedentarismo.
Ocasionalmente, diversas pessoas podem apresentar um quadro de insônia, porém o risco é maior em pessoas do sexo feminino, grávidas, idosos, portadores de transtorno mental ou pessoas sob grande carga de estresse. Muitas vezes, uma pessoa com insônia pode levar cerca de 30 minutos ou mais para adormecer.
Caso tenha insônia, procure um especialista para determinar o que pode ser a causa do problema e saber como pode ser tratado. Na consulta será analisado seu padrão de sono e sonolência diurna, associado ao exame físico para avaliar outras causas que podem estar agregadas.
Depressão: A depressão é uma doença que atinge o organismo na totalidade. A forma de ver e sentir a realidade são alteradas, modificando as emoções, a disposição, a alimentação, sono, até mesmo como o indivíduo se sente em relação a si mesmo.
Muitas vezes confundida com ansiedade ou tristeza, a depressão é uma doença psiquiátrica que atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença.
Os sintomas emocionais da depressão envolvem apatia, falta de motivação, dificuldade de concentração, perda ou aumento de apetite, pessimismo, indecisão e insegurança, insônia, sensação de vazio, raciocínio mais lento, irritabilidade, falta de memória, ansiedade, pensamentos suicidas e falta de vontade de fazer atividades antes prazerosas.
É dividida em três estágios: leve, moderado e grave. O nível leve pode ser controlada sem medicamentos, tratada com terapia e exercícios físicos, por exemplo. Já os níveis moderado e grave têm o auxílio de medicamentos para amenizar os sintomas da depressão, além da terapia e outras opções para melhorar a qualidade de vida do paciente. Vale lembrar que cada caso é difere do outro e o tratamento é sempre individualizado.
Os principais fatores que podem desencadear a depressão estão relacionados a sofrer abuso físico, sexual ou emocional, problemas pessoais, doenças graves, conflitos pessoais ou disputas com membros da família e amigos, bullying, pertencer a minorias, morte ou perda, eventos impactantes, abusos de substâncias e genética são características que podem aumentar as chances de desenvolver a doença.
Se não tratada efetivamente, a depressão pode progredir para algo mais grave. Por isso, busque ajuda de um profissional especializado para realizar uma avaliação para entender as causas da depressão e como tratá-la. O diagnóstico é feito com base nos sintomas, saúde emocional e física, e uma análise do histórico de vida e familiar.
Compulsão alimentar e fome emocional - Compulsão alimentar e fome emocional podem soar semelhantes, mas são patologias diferentes, mesmo que ambas estejam relacionadas com problemas psicológicos e emocionais.
Compulsão alimentar é uma doença mental onde há necessidade de comer durante todo tempo, mesmo não sentindo fome, fazendo assim com que a pessoa coma em excesso e em pouco tempo já que não há controle do que e do quanto come.
Geralmente, as causas da compulsão alimentar tem relação com dietas rigorosas, estresse, problemas com a própria imagem, problemas emocionais graves, traumas do passado ou conforto emocional.
Já os principais sintomas na compulsão alimentar são comer rápido e em excesso, introversão, comer escondido e sem ter fome, sentir culpa ou tristeza após comer e/ou apresentar problemas afetivos e outros vícios.
O tratamento para compulsão alimentar é multidisciplinar, envolve psiquiatras, nutricionistas, psicologias e outros profissionais, se necessário. Primeiro é preciso trabalhar em conjunto a mente e o corpo para haver resultados positivos ao decorrer do tratamento, fazendo assim de extrema importância o acompanhamento de um psiquiatra em conjunto com os demais profissionais da saúde.
Além de uma reeducação alimentar, também pode ser necessária a prescrição de alguns medicamentos e a introdução da prática de atividades físicas gradualmente. É sempre importante pontuar que a compulsão alimentar é um problema sério que necessita de tratamento já que pode desencadear doenças graves como obesidade, diabetes, hipertensão e gastrite, dentre outros.
Já a fome emocional é o famoso “comer suas emoções”, é uma fuga para aliviar determinadas emoções do cotidiano como tristeza, frustração, angústia, tédio e ansiedade. Tem como causa diversos fatores emocionais que funcionam como um gatilho para a pessoa se alimentar, ainda que não haja fome.
Diferentemente da fome física, a fome emocional é caracterizada por comer para aliviar estresse ou sentimentos ruins, comer como comemoração ou recompensa, descontrole, fome repentina diante de alguma situação difícil, sentir prazer ou alívio no momento de comer e sentir culpa e arrependimento após comer.
É importante discernir o que é fome física de fome emocional. Na fome física, o corpo indica que devemos comer por sinais, como o ronco do estômago, dores de cabeça e fraqueza, já na fome emocional, não temos sinais físicos, mas sim desejos, vontades e ansiedade de comer, mesmo sem ter fome e/ou ter passado um período muito curto desde a última refeição.
Como dito anteriormente, a fome emocional difere de compulsão alimentar, no entanto, ela pode ser um gatilho para tornar-se um transtorno compulsivo. Em determinadas situações, comer por emoção ou em excesso é normal, mas quando ultrapassa o limite e passa a ser constante e incontrolável, trata-se de um problema de saúde mental e física.
A compulsão alimentar é uma consequência da fome emocional não tratada e que se continuar sem tratamento adequado pode desencadear transtornos graves como a bulimia que é quando se ingere alimentos de forma compulsiva e depois provoca o vômito ou até a anorexia caracterizada por jejuns prolongados e a prática de atividades física de modo exagerado.
Ambas compulsões são causadas por fatores emocionais, por isso é tão fundamental tomar consciência e buscar ajuda profissional no combate aos transtornos alimentares. Uma ação multidisciplinar que envolve médicos, psicoterapeutas e nutricionistas é fundamental para resgatar o equilíbrio, tanto da saúde física como da saúde emocional.
Medicina do estilo de vida: No passado a medicina apresentava um único foco: a doença. Atualmente, essa visão já difere, pois, busca conhecimentos que facilitam o tratamento proposto com meios de promover saúde e diminuir os fatores de risco para evitar doenças.
Diante de tais evidências, há uma área em destaque na atualidade chamada Medicina do Estilo de Vida (MEV). Arquitetada em Harvard e repassada a outras grandes instituições, a MEV é ensinada há quase duas décadas e consiste em uma abordagem que associa a saúde mental e física com intuito de promover hábitos saudáveis como incentivo para melhora da qualidade de vida.
Através da reeducação para seguir hábitos mais saudáveis, a MEV busca minimizar os problemas causados pelos maus costumes. Essas mudanças proporcionadas pela Medicina do Estilo de Vida impactam em seis pilares fundamentais para uma vida saudável. São eles:
Alimentação: Uma dieta saudável que prioriza alimentos de origem vegetal, naturais e integrais aliados com a diminuição do consumo de carne e alimentos industrializados e ultraprocessados, podendo tornar-se o tratamento e a prevenção de uma grande variedade de doenças.
Atividade física: A prática de atividades físicas introduzidas de forma saudável e em ritmo adequado para prevenção e tratamento de doenças.
Controle do estresse: o estresse gera tanto problemas físicos quanto mentais. Por isso, encontrar maneiras de manejá-lo é fundamental para manutenção do bem-estar.
Higiene do sono: estimular o sono saudável, identificando e tratando o que prejudica a qualidade do sono é fundamental para manter a concentração, memória, o humor e evitar disfunções imunológicas que geram outras doenças.
Controle do uso de substâncias (álcool e/ou drogas): diminuir o consumo dessas substâncias é fundamental para quem busca uma vida mais saudável, já que são responsáveis por diversas doenças cardiorrespiratórias.
Manter relacionamentos e contatos sociais: criar e manter conexões sociais é fundamental para a mente e, consequentemente, o físico.

WHATSAPP: (11) 97329...
[CLIQUE PARA VER E CHAMAR]